, nada

O mar onde tenho os olhos 

na incerteza de partir.

O mar onde vou navegar para ir.

O vento da mudança é calmo 

sem que o mar onde tenho os olhos

seja azul.

O que deixo que seja meu?

Olho o mar, nada.

Nada é meu a não ser

o mar onde tenho os olhos.
Toma lá um poema.

JG

13/6/2002

Parece que foi ontem.

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